sábado, 2 de março de 2013

Qajaq no rio Guaíba



Após a primeira remada do ano com o Qajaq Black Jack, retornei ao Guaíba com o amigo Trieste Ricci. Ele havia me ajudado a reinstalar o leme no Clandestino, o caiaque da Tiane. Precisávamos testar o leme, e além disso Trieste também queria remar para se adaptar ao caiaque, que pretendia usar posteriormente na tentativa de circunavegação da Ilha de Santa Catarina. Uma boa desculpa para uma remadinha!


Saímos de Ipanema, em Porto Alegre, remando primeiramente em direção ao sol se pondo e depois para a Ponta da Serraria, retornando para Ipanema no final. Foi uma remada curta mas muito bonita, com as luzes do entardecer e, no final da remada, na escuridão da noite.



É uma sensação muito boa remar o caiaque que se construiu, sentir que ele desenvolve boa velocidade, tem estabilidade e boa manobrabilidade para seu comprimento. A cada nova saída sinto mais confiança em remar no caiaque tradicional.














Passando pelas pedras na Ponta da Serraria, senti que em algum momento o caiaque roçou nas pedras do fundo. Um exame detalhado no dia seguinte não constatou nem um dano. O nylon balístico usado para a confecção é extremamente forte!











Foi uma breve mas bela remada ao entardecer.


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